Nessas ultimas horas tenho pensado em quão errante fui. Palavras mal-ditas, gestos e passos - até mesmo olhares e abraços. Há cada dia dávamos um, dois, três passos até chegar ao ponto de nossos dedos não conseguirem mais se entrelaçarem - mas eu estava cega demais para notar meus erros. Te culpar nunca foi a melhor saída, muito menos fugir das situações. Tentastes me alertar, me aconselhar e me fazer sorrir sempre que possível. Me fizestes feliz, me animastes, me enlouquecestes. E hoje tudo que tenho são fotografias mal fotografadas e sorrisos mal sorridos em minha memória. Choro, escrevo, escuto tua voz, escuto minha voz de dentro e volto a chorar. Te escrevo, te ignoro e tua voz me volta. Tenho medo. Por favor, esteja aqui quando o sol voltar.
Arianib,

Nenhum comentário:
Postar um comentário